• Orígines e Sua Importância na Igreja

    “O grande mestre da Igreja depois dos apóstolos.” Foi assim que Jerônimo, tradutor da Bíblia Vulgata latina, se referiu a Orígenes, um teólogo do terceiro século. Mas nem todos estimavam tanto a Orígenes. Alguns o consideravam uma raiz do mal de onde se originavam as heresias [...]

  • Antropologia do Novo Testamento

    O lugar das pessoas na atividade de criação de Deus é comparado a seu lugar na Sua atividade de redenção. O Novo Testamento insiste em que as pessoas não tinham aceitado a responsabilidade dada em Gênesis 1:29-30. É igualmente insistente que a alta estima de Deus para com o homem não diminuiu [...]

  • Significado de GEENA na Bíblia

    GEENA. A forma Gr. do Heb. gē–hinnom, “”vale de Hinom” (Jos. 15:8; 18:16); também chamado Topheth (II Rs 23:10). A forma Gaienna ocorre na LXX em Jos. 18:16b. A palavra é usada como nome metafórico do lugar de tormento dos ímpios, após o julgamento final [...]

domingo, 14 de setembro de 2014

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O Filho de Deus de B. W. Bacon
Sobre a pessoa de Jesus Cristo, muito já foi escrito, muito mais do que qualquer outra pessoa na história da humanidade. Apesar disso, Ele permanece ainda muito além de ser entendido por completo ou analisado até a exaustão. A Cristologia do NT é um campo muito amplo, e um volume interminável de literatura já foi produzido sobre o assunto. Para agregar ainda mais informação de qualidade ao estudioso brasileiro da Cristologia, temos muita satisfação em trazer ao leitor de língua portuguesa um dos trabalhos mais importantes do teólogo estadunidense Benjamin Wisner Bacon, intitulado originalmente Jesus, the Son of God.

Benjamin W. Bacon foi um prestigiadíssimo teólogo cristão americano. Nasceu em Litchfield, Conn, graduou-se na Universidade de Yale (Divinity School, 1884) e depois de servir muitos anos como pastor em Old Lyme, Conn (1884-1889), e em Oswego, NI. (1889-96), foi designado instrutor de grego do Novo Testamento na Yale Divinity School e se tornou, em 1897, professor de criticismo neotestamentário e exegese. Sendo escritor prolífero, contribuiu com diversos estudos para o Hibbert Journal, bem como o American Journal of Theology. Ambos jornais de teologia dos quais foi editor. Suas obras incluem:

• The Genesis of Genesis (1891)
• Triple Tradition of the Exodus (1894)
• The Sermon on the Mount (1902)
• The Story of St. Paul (1904)
• An Introduction to the New Testament (1907)
• The Founding of the Church (1909)
• The Fourth Gospel in Research and Debate (1909)
• Jesus the Son of God (1911)
• The Making of the New Testament (1912)
• Theodore Thornton Munger (1914)
• Is Mark a Roman Gospel? (1919)
• The Gospel of Mark: Its composition and date (1925)

O texto original de Jesus, The Son of God, é composto por três ensaios críticos sobre os títulos aplicados a Cristo nas fontes mais antigas do Novo Testamento. Esses ensaios foram originalmente publicados no Harvard Theological Review (1909-1911). Posteriormente, eles foram publicados em forma de livro.





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Carta aos Hebreus de W. R. Nicoll

Um dos comentários mais bem elaborados da língua inglesa, o Expositor's Bible Commentary, chega com o primeiro volume sobre a Carta aos Hebreus.


O DOUTOR EDWARDS foi diretor da University College de Wales, Aberystwyth. Depois de anos de trabalho substancial e sacrificial, ele foi nomeado diretor da Faculdade de Bala. Grande como era o seu trabalho no campo da educação para a sua terra natal de Gales, o doutor Edwards destacou-se como um pregador. Sir W. Robertson Nicoll declarou certa vez que, se tivesse que escolher um pregador para ouvir regularmente, seria o doutor Edwards, seu comentário clássica em 1 Coríntios tem sido uma mina fértil para pregadores.

A Epístola aos Hebreus foi escrita em um momento de desilusão e desânimo ocasionado pela queda de Jerusalém. Muitos cristãos foram tentados a renunciar a sua fé. Este autor anônimo ajudou a salvá-los de se perderem em labirintos, vagando sem rumo. Lembrou estes indivíduos perplexos que, enquanto os que habitavam fora fossem destruídos, a cidadela central era inexpugnável. Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre, e Ele nunca falharia. Esse era o seu slogan e lema para os dias de aflição.

O doutor Edwards, com um bom instinto para pregar valores, expõe a paixão calma, a confiança segura, o pensamento devoto, as perspectivas destemidas desta grande apologia cristã de uma maneira que transmite um espírito semelhante para nós.







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Paulo, o Intérprete de Cristo de A. T. Robertson

Livro inédito de A.T. Robertson, Paulo, o Interprete de Cristo é uma analise apurada dese grande escritor cristão sobre a importância da cristologia paulina para a compreensão bíblica. 


Os novos livros sobre Paulo nunca cessarão e eles não devem cessar. Se pararmos de estudar Paulo, vamos perder muito de Cristo. O mundo nunca teve um homem mais completamente cheio de Cristo como Paulo. No presente volume, nenhum esforço é feito para contar a vida de Paulo como é feito no meu Epochs in the Life of Paul e em dezenas de outros livros por muitos escritores. Tento aqui apenas olhar para vários ângulos da vida e ensinamentos de Paulo que têm um grande interesse atual. Paulo foi o homem mais perspicaz de sua geração. Nós ainda não alcançamos sua visão de Cristo e do Reino de Deus.


A. T. ROBERTSON.
Louisville, Kentucky.





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A Divindade de Cristo de J. M. Creed

Este livro inclui a substância das seis palestras que apresentei em Cambridge como conferencista hulseano no período de quaresma em 1936. Exceto por algumas poucas modificações e expansões, tenho reproduzido as primeiras cinco palestras na forma em que as dei. A sexta palestra reformulei inteiramente, usando o material da sexta e sétima seções deste livro.

Eu frequentemente discuti o tema dessas palestras com o meu amigo e colega, o Rev. J. S. Boys Smith, tanto no momento em que estava preparando-as para dá-las, e mais tarde, quando estava revisando-as para publicação. Sou muito grato a essas conversas, embora fique claro que sou o único responsável pelas opiniões que expresso. Sr. Boys Smith reforçou ainda mais as minhas obrigações para com ele, sugerindo uma série de alterações na fase de evidência. Gostaria também de agradecer a ajuda na leitura das evidências que recebi do meu sogro Canon A. L. Lilley, e da minha esposa. Tenho seguido o uso da Bíblia inglesa na impressão de pronomes e relativos que se referem a Deus e a Jesus Cristo, a não ser que ao citar outros escritores estes já tenham reproduzido seu próprio uso.

Meu assunto é, naturalmente, um muito grande e o seu tratamento tem sido por necessidade seletiva. Estou bem ciente de que existem lacunas e que alguns teólogos não negligenciáveis que têm lidado com a doutrina da Pessoa de Cristo, no decorrer do último século e meio, não são sequer mencionados. Mas acredito que tenha discutido os representantes de todas as principais tendências da doutrina cristológica dentro do período.


J. M. CREED

THE COLLEGEELY

Março 1938



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O que Significa FÁBULA na Bíblia?
FÁBULA. (μῦθος, fala , conto, lenda, mito)

Gênero literário em forma de história curta compreendendo uma moral e fazendo uso de animais, pássaros ou coisas inanimadas como árvores, pessoas ou atores. Esta forma de escrita era bem conhecida na literatura antiga, especialmente em sumeriano e acadiano. Segundo Trench, a principal diferença entre a fábula e a parábola é que a primeira tenta incutir máximas de moralidade caracterizada pela prudência — como diligência, previsão e cautela; enquanto a última, ensina virtudes espirituais.

Há duas fábulas no AT. Na primeira, encontrada em Juizes 9.8-15, Jotão, estando no Monte Gerizim e falando ao povo de Siquém no vale abaixo,tentou mostrar a eles a loucura de escolher como rei um homem sem valor como seu irmão, que havia matado setenta filhos de Gideão. As árvores da floresta pediam uma oliveira, uma figueira e uma videira, para governar sobre elas. mas todas recusaram dizendo que estavam muito ocupadas servindo a comunidade para desperdiçar seu tempo agitando seus ramos sobre seus companheiros.

Finalmente elas escolhem um espinheiro inútil (representando seu irmão Abimeleque), uma escolha perigosa, pois o conflito resultaria em fogo na floresta. Na outra fábula do AT, Jeoás, rei de Israel, disse a Amazias, rei de Judá, o qual o tinha desafiado a lutar, que Amazias seria humilhado se Jeoás aceitasse o desafio. “O cardo que está no Líbano mandou dizer ao cedro que lá está: Dá tua filha por mulher a meu filho; mas os animais do campo, que estavam no Líbano, passaram e pisaram o cardo (2Rs 14.9). Amazias não foi dissuadido e na batalha que se seguiu foi completamente derrotado.

Alguns profetas do AT empregam ilustrações que se aproximam da categoria de fábulas, como o poema de Isaías sobre a vinha (Is 5.1-7). e os poemas de Ezequiel concernentes à leoa e aos cachorrinhos (Ez 19.2-9), a videira (F,z 19.10-14), e a grande águia (Ez 17.3-10). A KJV, ARA, ARC, BJ usam a palavra “fábula” no NT para referir-se a alguns falsos ensinos que estavam se associando à Igreja, mas em cada instância a RSV mais precisamente traduz a palavra gr. muthos, como “mito (lTm 1.4; 4.7, NVI “fábulas”; 2Tm 4.4; Tt 1.14, NVI “lendas”; 2Pe 1.16, NVI “fábulas”). E difícil determinar a exata natureza da heresia. Pode ter sido um tipo de gnosticismo judaico, ou uma elaboração de lendas fora das narrativas do AT, similares às do haggadah rabínico, o livro dos Jubileus, e Filo.



BIBLIOGRAFIA.
R. C. Trench, Notes on the Parables (1882), 1-5; F. J. A. Hort, Judaistic Christiamty (1894), 135ss.


FONTE: Enciclopédia da Bíblia da Cultura Cristã vol. 2 p. 740

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Quem é BAAL na Bíblia?
Baal. Nas regiões siro-palestinenses muitas divindades eram relacionadas com determinados lugares. O povo as imaginava como habitando árvores sagradas, fontes, cumes de montanhas, rochedos, etc. Dava-se-lhes o nome de B. (hebr. ba‘al), i.e, dono - senhor do repectivo lugar. O AT reúne estes deuses (que, portanto, não tinham nome próprio) sob o nome de ba‘alim (Jz 6,25; lRs16,31; 18,26; 19,18 etc.). De origem são deuses ou espíritos da natureza, da vegetação. Na Síria B. é o nome de um deus importante, o senhor do céu, embora o nome b‘l smym só se encontre posteriormente. Apresenta muita semelhança com o babilônico Bel/Marduc. Seu animal sagrado era o touro. Seu culto era largamente espalhado, até no Egito, não apenas entre os Hicsos (Sutec), mas também entre os próprios egípcios. Em Canaã, igualmente, o culto de B. era muito popular: muitos nomes eram compostos com B. (que, no entanto, pode indicar também Javé, cf. os nomes Elyada/Beelyada, Baalya, Jerubaal e Os 2,1); muitos reis do reino do norte favoreceram esse culto. Os profetas o combateram com veemência (Jer 2,23; 11,13; Ez 6,4.6; Os 13,lss; —» Elias). Alguns B. são mencionados em particular: B.-Fegor (o B. venerado em Fegor: Núm 25,3.5; Dt 4,3; Os 9,10), B.-Berit (o B. da aliança, em Siquém: Jz 8,33; 9,4) e B.-Zebub.


FONTE: Dicionário Enciclopédico da Bíblia, p. 147.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

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Leitor KINDLE para PC da AMAZON


Os ebooks estão tomando conta do mercado de livros não apenas no Brasil, mas sim no mundo. Para aqueles que ainda não sabem, a gigante dos livros Amazon disponibiliza vários ebooks gratuitos, assim como livros com descontos imperdíveis. A Amazon, investindo forte no mercado, criou seu próprio leitor de livros digitais, chamado de KINDLE, que se tornou imbatível no ramo de livros eletrônicos. Mas para ler os livros publicados não precisamos ter o aparelho kindle, nem tablete, ou qualquer outro dispositivo, pois é possível baixarmos uma versão para computador onde podemos fazer o download imediato de milhares de livros digitais e lê-los em nosso próprio PC. Para baixar, basta seguir este link: KINDLE PARA PC

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

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EXPLICAÇÃO, SIGNIFICADO, EFÉSIOS, carta, 6
6.1-4 - Esse trecho tem o belo equilíbrio que esperamos encontrar na Palavra de Deus: os filhos devem obedecer aos pais, e os pais devem tratar os filhos de tal modo que estes se submetam aqueles. Os filhos devem obedecer aos pais por amor a Cristo, mesmo que os pais não sejam cristãos. Honrar pai e mãe e o único dos Dez Mandamentos que e seguido por uma promessa (Dt. 5.16) e respalda essa ideia. Sem dúvida, os filhos cristãos não devem fazer nada imoral, ainda que os pais ordenem que façam. Nesse caso, os filhos devem obedecer a Deus, e não aos homens (At. 5.29). Os pais, por sua vez, não devem ser excessivamente severos com os filhos nem ridicularizá-los: não provoqueis.

6.5 - Grande parte da população do império romano era de servos ou escravos. Essas pessoas eram consideradas meros bens e podiam sofrer abusos e até ser mortas por seus senhores sem nenhuma investigação do Estado. Em contrapartida, a despeito das funções distintas, na Igreja, os senhores ricos e seus escravos partiam o pão juntos e comiam-no a mesa do Senhor, como pessoas com o mesmo valor. Sem duvida, alguns escravos eram lideres espirituais com dons e ministravam a Palavra a pessoas que estavam muito acima deles na escala social.

6.6 - Não servindo a vista. Servos e senhores devem servir fielmente a Cristo, mesmo quando ninguém esta observando. Afinal, Deus vê tudo o que fazemos [e lhe prestaremos contas].

6.7 - Como a qualidade de nosso trabalho seria melhor se o fizéssemos em dedicação ao Senhor!

6.8 - A expressão recebera todo o bem que fizer se refere as recompensas futuras (Cl. 3.23-25) que serão dadas por Deus aqueles que aqui nesta terra tiverem vivido de acordo com a Sua Palavra e, por meio de suas ações e palavras, tiverem dado testemunho de Seu evangelho.

6.9 - Os senhores cristãos não devem fazer ameaças aos seus servos, mas devem lembrar-se de que eles também são servos de um Senhor no céu muito superior, que e totalmente justo. O Senhor que esta no céu e muito superior e totalmente justo.

6.10-20 - Esta passagem e uma das mais conhecidas e mais gratificantes de todo o Novo Testamento. Paulo provavelmente teve muito tempo para observar as partes da armadura de um soldado romano; afinal, por um longo período ele foi vigiado por um guarda durante sua prisão domiciliar em Roma.

6.10 - Fortalecei-vos também poderia ser traduzido por sede feitos fortes. A voz passiva do verbo no original grego sugere que nos mesmos não podemos fazer isso; só podemos ser fortalecidos pela graça do Senhor em nos, por meio de nossa fé que coopera com Ele.

6.11 - Toda a armadura de Deus e a proteção do cristão contra o mal e o maligno. Paulo usou a armadura usada pelo soldado romano em combate como uma alegoria da proteção espiritual que o cristão desfruta, tendo a salvação, a justiça, o evangelho e a Palavra, a fé, a paz como poderosas armas a sua disposição para combater o bom combate e vencer. Ciladas do diabo são truques sutis de Satanás para enganar e enredar os cristãos na guerra espiritual (2Co. 11.3).

6.12 - Nossa verdadeira batalha não e contra seres humanos, mas contra os seres espirituais, demoníacos, que estão operando no mundo espiritual e por intermédio de pessoas que não se submetem a Cristo, embora elas talvez nem tenham consciência disto.

6.13 - Para alguns, o dia mau e uma referência ao final dos tempos, quando o maligno iniciara uma campanha violenta contra Cristo e Seu exército. Uma visão mais comum e que qualquer luta espiritual na vida de um cristão pode estar em questão aqui.

6.14 - Os versículos 14-17 apresentam as seis “pecas” da armadura espiritual. Quatro são mencionadas de modo especifico, mas o cinturão e as sandálias estão implícitos. Tendo cingidos os vossos lombos com a verdade. Os soldados cingiam-se com um cinto, do qual pendiam tiras de couro para proteger a parte inferior do corpo. A verdade e considerada fundamental por Paulo (Ef 4.15,25), porque um cristão desonesto não pode esperar resistir ao pai da mentira, o diabo. A verdade em questão aqui também e a integridade, demonstrada por meio da autenticidade e honestidade.

E vestida a couraça da justiça. Nos tempos romanos, a couraça, feita de couro duro ou metal, envolvia o corpo todo do soldado, para que todo o tórax dele [onde estão concentrados os órgãos vitais] fosse protegido. A justiça que a couraça representa e tanto a justiça de Cristo, imputada a todos os cristãos, como as boas obras dos cristãos.

6.15 - Calcados os pês na preparação do evangelho da paz. Os pês de um soldado romano eram calcados com sandálias duras, de couro, que tinham tachas. Paulo usou essa imagem para representar a preparação do evangelho da paz Isso pode significar que o evangelho e o firme fundamento no qual os cristãos devem apoiar-se, ou que o soldado cristão deve estar preparado para seguir o evangelho e levá-lo por onde andar, para propagá-lo.

6.16 - Tomando sobretudo o escudo da fé. Sobretudo pode significar que o escudo deve ser usado contra tudo, mas também que ele deve proteger toda a armadura. Normalmente, o escudo de um soldado romano media cerca de 80 cm por 120 cm. O escudo do cristão oferece proteção contra todos os dardos inflamados do maligno. As flechas com fogo não podiam atravessar o escudo do soldado da Roma antiga, nem os ataques de Satanás podem penetrar o coração e a mente do cristão que deposita sua fé em Deus.

6.17 - O capacete da salvação. O capacete romano de modelo complexo protegia a cabeça do soldado e também o fazia parecer mais alto e imponente. A espada do Espírito e arma de defesa e de ataque para o cristão. E a Palavra especifica que precisamos desembainhar numa determinada situação para combater um golpe desferido contra nós e desarmar nosso oponente, fazendo-a penetrar nele. Para ter a Palavra precisa a mão, o cristão deve conhecer intimamente toda a Bíblia e saber manejá-la, usá-la bem.

6.18-20 - Paulo, um homem de oração (Ef. 1.15-23; 3.14-21), termina esta grande seção de sua carta para os cristãos de Éfeso com uma exortação para que se dediquem a oração.

6.18 - Sem a oração, toda a armadura seria inútil para os filhos de Deus. As orações gerais e as petições específicas no Espirito devem ser feitas por todos os cristãos e em todas as ocasiões, o que significa que eles devem manter-se orando em todo tempo. Eles devem lembrar-se ainda de que, além das orações, perseverança e paciência são essenciais.

6.19 - O apóstolo Paulo não se envergonhou de pedir aos outros cristãos que orassem para que ele tivesse a coragem e oportunidade de anunciar o evangelho. Mesmo estando na prisão, ele queria continuar a ser uma testemunha fiel do Senhor.

6.20 - Paulo era um embaixador em cadeias do evangelho de Cristo em Roma. Sua oração era para que ele pudesse falar livremente, como convém falar um embaixador do Rei dos reis.

6.21-24 - Os últimos versículos de Efésios revelam o apreço de Paulo pelo ministério de outros, especialmente o ministério de Tiquico (Cl 4-7). O fato de esta carta não terminar com saudações pessoais, como outras epístolas de Paulo (Rm 16), pode indicar que essa era uma carta circular, destinada a varias igrejas em torno de Éfeso. Sinceridade também poderia ser traduzida por sem corrupção.



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domingo, 3 de agosto de 2014

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EXPLICAÇÃO, SIGNIFICADO, EFÉSIOS, carta, 5
5.1, 2 - Os cristãos devem seguir o exemplo de Deus, que nos amou quando ainda éramos Seus inimigos. Como imitadores do Senhor, os cristãos devem demonstrar esse mesmo amor e negar a si mesmos.

5.3 - A cidade de Éfeso, com seu templo pagão dedicado a Diana (At 19.23-31), e uma alegoria da nossa sociedade, entregue a imoralidade sexual e a ganância desenfreada. Paulo advertiu os cristãos em Éfeso para que evitassem essas concupiscências.

5.4 - A vida cristã não deve ser degenerada por torpezas, nem parvoíces, nem chocarrices, pois essas coisas não honram a Deus nem redundam em graças a Ele pela nossa redenção.

5.5 - Em muitos círculos religiosos, a falta de princípios morais revela a contradição a Palavra de Deus. O impuro e ganancioso não terá herança no Reino.

5.6 - Observe o comentário sobre a expressão filhos da desobediência em Efésios 2.2. A ira de Deus esta sobre aqueles cujas praticas pecaminosas são mencionadas em Efésios 5.5.

5.7-10 - O cristão passou das trevas (o reino do pecado e do diabo) para a luz (o reino da justiça). Quando Paulo utiliza o verbo andar (andai), esta dizendo que os cristãos devem mudar seu modo de pensar, sentir, agir e comportar-se, para que sejam condizentes com a posição que agora ocupam em Cristo (Rm. 12.2).

5.11 - Não comuniqueis aqui implica não ter comunhão com as obras mas de pessoas mas, não participar da maldade delas. Condenai-as. Reprovamos as obras mas quando as evitamos e fazemos com que os outros saibam como Deus se sente com relação a elas.

5.12, 13 - Em oculto. O versículo 12 proíbe veementemente os cristãos de cederem a preocupação moderna de examinar os mistérios sombrios de coisas malignas, como o ocultismo, o espiritismo, a astrologia e outras práticas satânicas (veja Dt. 18.9-22).

5.14 - Desperta, o tu que dormes. Esse clamor pode ser um trecho de um hino cristãos do primeiro século ou uma reflexão original de Paulo ao fazer alusão a Isaías 26.19, a uma promessa da salvação de Deus que haveria de manifestar-se.

5.15 - Andar prudentemente significa pisar com cautela. Devemos observar por onde andamos para não termos contato com influências indesejáveis.

5.16 - Remindo o tempo significa aproveitar bem o tempo e as oportunidades que Deus nos da para servir-lhe. Cada um de nos tem um tempo limitado neste mundo, e Paulo exorta-nos a usar o máximo possível desse tempo, da melhor forma possível, para promover os objetivos de Cristo.

5.17 - Não sejais insensatos, mas entendei. Discernir a vontade do Senhor não e uma questão de sentimento ou emoção, mas de entendimento [racional] e discernimento [espiritual]. Para tal, e necessário aplicar nossa mente a compreensão das Escrituras.

5.18 - Assim como a pessoa embriagada com vinho esta sob o efeito do álcool, o cristão cheio do Espírito e controlado pelo Espirito Santo. Enchei-vos. Encher-se indica uma ação que vai além de receber o selo do Espírito Santo (Ef. 1.13). Selar e uma ação feita por Deus no momento de nosso novo nascimento. O tempo e o modo do verbo grego traduzido como enchei-vos [imperativo afirmativo] indica que a ação no presente de encher-se pode ser repetida, acontecendo em vários momentos. E algo que Paulo ordena que os cristãos de Éfeso façam. Em outras palavras, nem todos os cristãos são cheios do Espírito, mas todos foram selados com o Espírito quando se entregaram a Cristo (Ef. 4.30).

5.19 - Cantar e salmodiar ao Senhor e uma das praticas naturais de quem e cheio do Espirito. Alguns estudiosos acreditam que as três formas de musica mencionadas por Paulo neste versículo se referem as partes diferentes do livro de Salmos. A maioria, porem, crê que essas palavras se referem a três categorias mais amplas: (1) os 150 salmos no saltério, além de outros poemas no estilo dos salmos ao longo de toda a Escritura; (2) hinos, composições dirigidas a Deus, como os hinos da Harpa; (3) cânticos espirituais, canções inspiradas sobre a experiência crista.

5.20 - Dando sempre graças por tudo. Quando realmente crermos no que e dito em Efésios 1.11, teremos muito menos dificuldade para entender Efésios 5.20.

5.21-22 - O versículo 21 completa a ideia dos versículos anteriores (v. 18-20), que falam sobre como ser cheio do Espirito pode manifestar-se na vida do cristão. Ele também introduz a próxima seção (Ef. 5.22—6.4), sobre como os membros de uma família crista devem relacionar-se uns com os outros. Sujeitando-vos. A palavra grega usada para sujeitando-vos não indica, neste contexto, que o individuo esta sob o controle absoluto de outra pessoa, mas que ele se coloca voluntariamente sob a autoridade de outra pessoa.

5.22-24 - Assim como Cristo não e inferior ao Pai, mas submete-se a Ele, as mulheres, embora sejam iguais ao seu marido enquanto pessoas, tem papeis diferentes na relação conjugal. A expressão ao Senhor revela que a submissão voluntaria da mulher provem de sua submissão primeva a Cristo,

5.25 - Maridos, amai. Paulo não enfatiza a autoridade do marido; pelo contrario, ele exorta os maridos a amar a esposa sacrificando a si mesmos por ela. Eles devem imitar o amor de Cristo, o tipo de amor que está disposto a entregar a vida pela outra pessoa e servir-lhe, ainda que isso signifique sofrimento.

5.26, 27 - Nestes versículos, Paulo sintetiza o que Jesus fez pela Igreja. Em primeiro lugar, Ele a amou tanto que se dispôs a sofrer e a morrer por ela. Suas ações não somente a salvaram, mas também a santificaram. Em outras palavras, Jesus queria levar a Igreja a ser o que ela deveria ser, o templo santo de Deus.

5.28 - Quando Paulo exorta os maridos a amar a esposa como a seu próprio corpo, esta de fato dizendo que eles devem ama-la do mesmo modo que amam a si mesmos. Nunca se esperou que o homem tivesse esse amor profundo pela esposa no mundo pagão de Roma e da Grécia.

5.29 - O marido que percebe que sua esposa é, na verdade, a sua própria carne irá tratá-la com amor e cuidado.

5.30 - Nos, cristãos, somos membros do corpo de Cristo.

5.31 - Serão dois numa carne. Paulo cita Gênesis 2.24, que ensina que a união singular entre marido e esposa substitui os laços familiares originais.

5.32 - O mistério que foi revelado, a união espiritual entre Cristo e a Igreja, e comparado a união entre um homem e uma mulher pelo casamento.

5.33 - Homens precisam de respeito; a mulher que humilha o marido, principalmente em publico, destrói sua união intima com ele. O mesmo vale para o marido. O homem que trata a esposa de um modo insensível ou indelicado também esta pondo a felicidade conjugal em risco.


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EXPLICAÇÃO, SIGNIFICADO, EFÉSIOS, carta, 4
4.1 - A segunda metade de Efésios, como a de muitas epístolas de Paulo, enfatiza a conduta cristã como evidência das doutrinas e crenças expressas na primeira metade da carta. Observe que a vida crista não e comparada aqui ao ato de correr ou ficar parado, mas ao ato de andar. A expressão andeis como e digno significa que a vida do cristão deve condizer com a excelência do chamado que ele recebeu de Cristo.

4.2 - Humildade e mansidão, com longanimidade. Essas são as virtudes divinas que Jesus demonstrou (Fp. 2.5-8). Elas não são virtudes inatas ao homem, mas devem ser cultivadas pelo Espírito de Deus em nos ao cooperarmos com Ele sendo altruístas. Mas somente o Espírito pode fortalecer-nos para que tratemos as pessoas como superiores a nos (Fp. 2.3). Suportando-vos aproxima-se de nossa expressão tolerar; o uso que Paulo faz do verbo também tem conotações positivas. Assinala que devemos ter paciência com os outros e dar-lhes suporte. Muitas vezes, pedimos que Deus seja paciente para conosco e com nossas falhas. Não obstante, nos mesmos não exercemos o mesmo tipo de paciência. Não deve ser assim.

4.3 - A unidade do Espírito. Todos os cristãos são um no Espírito. E nosso dever guardar ou observar essa unidade, reconhecendo que ela existe e colocando-a em prática ao abandonar o sectarismo (Jo. 17.20-26). Procurando implica fazer todo o esforço, empenhar-nos, para manter a unidade do Espírito.

4.4 - A expressão há um só corpo significa que a Igreja e um organismo vivo composto por membros vivos (os santos que foram comprados com sangue de Jesus, nasceram de novo e creem na Bíblia). Esse Corpo espiritual tem uma Cabeça, Cristo, e muitos membros, os cristãos (1Co. 12.12,13). Quando Paulo afirma que há um só Espírito, refere-se ao Espírito Santo, que e a vida e o folego desse Corpo, o Agente da regeneração de cada cristão, e que agora mantem uma conexão vital entre cada um desses membros e os demais, e entre estes e Cristo. A expressão “esperança da vossa vocação” revela que essa realidade suprema e gloriosa e para judeus e gentios.

4.5 - Um só batismo pode referir-se ao batismo com o Espírito, que insere todos os cristãos no Corpo de Cristo, a Igreja (1Co. 12.13). Também pode referir-se ao batismo nas águas, o sinal externo de que a pessoa deseja ingressar espiritualmente no Corpo de Cristo. Naquela época, o batismo público claramente identificava o indivíduo como um cristão.

4.6 - Quando Paulo diz um só Deus e Pai de todos, esclarece que há apenas um Deus para todos os povos, e não um Deus diferente para cada nação. O qual e sobre todos fala da transcendência de Deus e do poder soberano que Ele não divide com ninguém. E por todos fala da imanência de Deus, de Sua ação dominante. E em todos fala de Sua presença dentro dos cristãos, Seu relacionamento pessoal. O único Deus reina sobre todos, opera por meio de todos e habita em todos.

4.7 - Mas a graça foi dada a cada um de nos segundo a medida do dom de Cristo. Como Pedro (1Pd. 4.10), Paulo ensinou que todos os cristãos recebem dons espirituais pelo favor imerecido, a graça, de Deus. Os dons são dados de forma soberana por Cristo para edificar Sua Igreja (1Co. 12.11). Portanto, o Corpo de Cristo deve funcionar como uma maquina na qual cada peca e essencial para que o trabalho seja realizado. E cada membro do Corpo de Cristo deve manter-se em sintonia com a Cabeça e edificar um ao outro, para que todos possam cumprir a missão que lhes foi proposta por Deus no Corpo, e suas boas obras atestem ao mundo sobre a nova criação e redundem em glória para Deus (1Co. 12.7).

4.8 - Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens. Aqui, Paulo cita o Salmo 68.18 para descrever o Messias subindo ao alto, levando cativo o cativeiro, triunfante sobre Satanás e suas hostes, e distribuindo dons espirituais ao Seu povo. A administração fiel de nossos dons na terra determinara a posição que ocuparemos no Reino messiânico de Cristo.

4.9 - Para muitas pessoas, esta descida se refere a ida de Jesus ao Hades (literalmente, o lugar abaixo de, o reino dos mortos), apos Sua crucificação e morte, a fim de conduzir os santos que lá estavam ao Paraíso, ao ressuscitar. A expressão as partes mais baixas da terra também poderia ser traduzida como as partes mais baixas, a terra, de modo a referir-se a vinda de Cristo ao nosso humilde mundo, como homem. Esse e o significado mais provável aqui (Fp. 2.5-8).

4.10 - Aquele que se humilhou como Servo humilde e sofredor e o mesmo que subiu acima de todos os céus em supremacia universal (Fp. 2.9-11; Cl. 1.18).

4.11 - Apóstolos, com o sentido de emissários, ou embaixadores, em seu sentido mais estrito, refere-se aqueles que viram o Cristo ressurreto, realizaram milagres e foram especialmente escolhidos por Ele para anunciar as boas-novas a todos como testemunhas oculares de Jesus e “plantadores” de igrejas. Nesse sentido mais especifico, não existem apóstolos hoje [existe apenas o ministério apostólico].

Profetas são aqueles que entregaram revelações diretas de Deus (1Co. 14), preanunciando as ações do Senhor e reforçando o que Ele já havia dito nas Escrituras. Evangelistas são os pregadores do evangelho que evangelizaram e evangelizam pessoas, cooperando com o Senhor para que elas creiam e tornem-se membros do Corpo de Cristo (Ef. 2.8,9). Os evangelistas também podem ensinar outros cristãos a compartilharem sua fé de forma eficaz.

Pastores fazem pela Igreja tudo o que um pastor no sentido da palavra faz pelas ovelhas: alimentam, amparam, cuidam e protegem contra os inimigos. Não cabe necessariamente ao pastor ganhar ovelhas, mas, sobretudo, cuidar delas para que sejam fortalecidas, fiquem saudáveis, e seu rebanho cresça.

Doutores. São os ministros [mestres] que receberam dons especiais para ensinar aos membros do Corpo de Cristo. [A cada um desses dons ministeriais estão associados dons espirituais listados em 1 Coríntios 12.]

4.12, 13 - Três etapas de crescimento são apresentadas aqui: lideres instruídos são responsáveis pelo aperfeiçoamento dos santos; estes, estando bem preparados, fazem a obra do ministério e, consequentemente, o corpo de Cristo e edificado. O objetivo final e a maturidade crista, a verdade e o amor.

4.14 - Os meninos são ingênuos, vulneráveis e tornam-se vitimas fáceis. A Igreja precisa trabalhar com diligencia no sentido de conduzir a maturidade os que são crianças em Cristo (1Pd. 2.2).

4.15 - A expressão seguindo a verdade em caridade sugere que tudo o que os cristãos dizem ou fazem deve ser honesto e verdadeiro e dito ou feito com amor.

4.16 - Observe o uso da metáfora do Corpo aqui para apresentar a mesma verdade análoga a expressa pelo termo edifício, em Efésios 2.21. Todas as juntas de cada parte desse corpo são essenciais para seu pleno crescimento, nenhuma de suas partes e insignificante (1Co. 12.14-27). Pode-se dizer que tudo que fortalece os cristãos e a Igreja e para sua edificação.

4.17-19 - Aqueles que andam na vaidade do seu sentido (v. 17), a ponto de terem perdido todo o sentimento, estão entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus, tendo um coração endurecido devido a anos de pecado, imoralidade e devassidão.

4.20,21 - Pressupõe-se que, ao usar a expressão se e que [em se e que o tendes ouvido e nele fostes ensinados], Paulo não estivesse pondo em duvida a experiência crista daqueles a quem falava.

4.22-24 - Paulo comparou a vida crista ao ato de despir-se das vestes sujas de um passado marcado pelo pecado e vestir-se com as vestes da justiça de Cristo, que são brancas como a neve.

4.25 - Citando Zacarias 8.16, Paulo pede que os cristãos falem a verdade uns aos outros, porque todos eles estão unidos em Cristo. Em Provérbios 6.17, a língua mentirosa e indicada como uma das seis coisas que Deus odeia.

4.26 - Paulo usa um texto do Salmo 4.4 para indicar que sentir ira não e pecado [e sim, dar lugar a ela, agindo motivado por ela, ainda que esta motivação esteja oculta, recalcada, com o passar do tempo]. Não devemos permitir que a ira envenene nosso espirito ou persista por muito tempo (Mc. 11.25). Os cristãos podem sentir uma “ira Justa” ante a injustiça e o pecado, mas nunca devem deixar-se dominar e levar pela ira. Em vez disso, devem procurar oportunidades para expressar o amor de Cristo a todos.

4.27 - Não deis lugar ao diabo. Satanás espera a oportunidade para dar o primeiro passo em nossa direção. O verbo, no imperativo presente, em grego significa não tenha o habito de dar lugar a Satanás. A ira descontrolada e uma brecha pela qual o inimigo de nossa alma entra em nosso coração com o intuito de destruir e corromper o Corpo. Ele só pode atingir e ferir quando encontra um lugar na vida de alguém para fazer sua obra maligna.

4.28 - A frase trabalhe, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade significa que, em vez de tomar o que e de outra pessoa, o cristão deve ganhar o suficiente para dividir parte de seus ganhos com os necessitados. Não se trata de um simples chamado para que o indivíduo deixe de roubar ou ser ganancioso, mas, sim, para que ele seja generoso e tenha uma verdadeira mudança de atitude.

4.29 - Os padrões para o modo de falar do cristão são extremamente altos. Ele não deve emitir nenhuma palavra torpe, pois ate por meio de sua fala o cristão deve representar Cristo, expressando bondade, brandura, paciência e cordialidade.

4.30 - Nunca devemos repelir, ignorar ou rejeitar o Espírito Santo de Deus. Se nos lembrarmos que Aquele que vive em nos e o próprio Espirito de Deus, seremos muito mais seletivos quanto ao que pensamos, lemos, vemos, dizemos e fazemos. Observe que Paulo reconhece que os maus pensamentos e ações são tentações viáveis ate para os que são selados pelo Espírito Santo.

4.31, 32 - A antiga vida e fruto de um coração hostil que sente amargura, segue seu próprio caminho, profere blasfêmias e deseja o mal aos outros. Como podemos deixar de lado toda amargura? Deixando que Deus encha nosso coração com Seu amor perfeito. A nova vida nos leva a ser benignos, manifesta-se em atos de bondade e capacita-nos a perdoar as ofensas cometidas pelos outros.



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